As armas e os barões assinalados, Que da ocidental praia Lusitana, Por mares nunca de antes navegados, Passaram ainda além da Taprobana, Em perigos e guerras esforçados, Mais do que prometia a força humana, E entre gente remota edificaram Novo Reino, que tanto sublimaram;
Só existem nações; não existe humanidade
Para estes homens de hoje não quero ser nem chamar-me luz. A estes... quero cegá-los. Raio da minha sabedoria, cega-os!
Sabor - "O rio"
Dos fracos não reza a história.
Pelourinho de Lisboa
15 de maio de 2009
Nova Ordem.
A convicção do direito ao emprego de armas, mesmo as mais brutais, é sempre associada à existência de uma fé inabalável na necessidade da vitória de uma nova ordem de coisas revolucionárias.
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